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Você já ouviu falar no Movimento Maker, Cultura Maker, nos makers?

Eu comecei a estudar esse movimento em 2012, quando fui para Londres, quando ganhei o Prêmio do British Council, o YCEA (Young Creative Entrepenuer Award), em português, JOVEM EMPREENDEDOR CRIATIVO, na categoria Moda.

Já entendia que o DIY era uma tendência mundial, já fazia isso na minha marca, na minha cassa, na minha vida. Mas, com as novas tecnologias, vinham as novas oportunidades, e no mundo da Moda isso era um momento de mudança exponencial, principalmente, para os pequenos empreendedores criativos que se espalhava no mercado no mundo todo.

Mas, de verdade, o que isso significa?

O Movimento Maker é uma extensão mais tecnológica do DIY, ou do Faça Você Mesmo, em português, que tem a sua base na ideia de que pessoas comuns, como eu e você, podemos construir, consertar, modificar, fabricar os mais diversos tipos de objetos e coisas com as nossas próprias mãos. Muito ligado ao artesanato, antes ocupava as prateleiras dos livros de artes e crafts, hoje ocupa os de inovação e tecnologia.

Então, o que mudou?

O acesso cada vez mais fácil e com custos muitos mais baixos a ferramentas digitais e tecnológicas dos mais variados níveis e tipos, a explosão de informações e técnicas, espaços digitais e presenciais com equipamentos e orientações de uso coletivo, fez do Movimento Maker o novo pretinho básico dos criativos que gostam de colocar a mão na massa.

Fundado em 2005, com uma revista e um evento anual, o movimento agrupava entre 50 mil e 125 mil pessoas em 3 das maiores cidades dos Estados Unidos. De lá pra cá, milhares de makers, se juntaram e adotaram a filosofia do faça você mesmo como forma de trabalhar e estilo de vida. Hoje, o movimento é a cara da revolução que mudou totalmente a forma da gente se relacionar com as coisas, com o consumo, com a criação e produção no nosso dia a dia.

No empreendedorismo, isso muda a forma de modelar negócios, criar empresas e colocar ideias no mundo. O que antes era quase impossível para ser realizado por pessoas comuns, hoje se torna não só possível, mas também viável pelo preço, pela mobilidade, pelo acesso a ferramentas digitais que já estão prontas pra se usar e pela orientação global de como fazer isso.

Pessoas que não são designers estão tendo acesso ao design, as que não entendem de tecnologia tem plataformas intuitivas e cheias de simplicidade para criarem apps e sites, as que não sabiam vender conseguiram um jeito de fazer isso dormindo. Mas, Germana, como é isso?

É isso mesmo, e o melhor, assim como eu, muitas pessoas compartilham através de cursos e palestras como se conectar e conhecer melhor essas oportunidades todas.

O mundo maker possibilitou as pessoas criarem conteúdos relevantes, compartilharem suas histórias, habilidades, talentos e ainda vem fazendo muita gente viver disso, monetizando e transformando tudo isso em negócios.

Tudo isso já existe há algum tempo, é verdade, a Apple surgiu na garagem de um grupo de amigos, mas somente agora pouco que essa realidade vem se espalhando e possibilitando a desmitificação das tecnologias, como o uso da impressão 3D, do Arduino, ferramentas digitais e chegando para todo mundo.

Eu sempre fui meio maker, em casa, com a minha marca, nos meus eventos, mas em 2015, depois de fazer 18 cursos online foi que me senti capaz de me meter a fazer mais no mundo digital. Foi quando criei o evento Creative Connection, junto com 2 parceiras top, uma em Londres, Denise Neves, outra no Brasil, Luiza Barrocas. Nós 3 juntas, montamos o que pra mim foi um dos projetos mais incríveis que já fiz, com uma audiência de mais de 18 mil pessoas, com 54 palestras de vários lugares do mundo, tudo online, e feito por nós, de dentro das nossas casas, era inacreditável, mas foi muito real!

Foi nesse período também que fui chamada de maker pela primeira vez numa matéria realizada pelo Projeto Draft, um dos portais de conteúdo que mais sou fã, do Adriano Silva. Foi demais, checa aqui!

Depois disso, foi que me dei conta do tanto que já fiz no meu negócio com as minhas próprias mãos. Em Londres, em Bristol, na Alemanha, aqui no Brasil. E foi por isso também que eu quis compartilhar esse aprendizado e criei o curso EMPREENDEDORISMO DIGITAL > FAÇA VOCÊ MESMO, onde ensino o uso de ferramentas que me ajudaram muito quando eu comecei e me ajudam até hoje a escalar o meu negócio e viver uma vida que sempre sonhei, mas não achei que era possível. Hoje, me sinto livre, flexível, mais criativa, mais inovadora, com conexões massa pelo mundo afora, com a possibilidade de compartilhar meu conteúdo com pessoas em qualquer lugar do mundo. Não tem preço essa mudança, a autonomia me fez ver que a gente pode tudo mesmo.

Estou aqui contando a minha história, porque acredito que se eu consegui fazer todas essas coisas, você também pode, todo mundo pode. É só conhecer as ferramentas, os processos, criar estratégias e começar, já, sem esperar o amanhã! Quero te inspirar a pensar em como as tuas ideias e talentos podem ajudar outras pessoas, já pensou nisso?

A Cultura Maker é para todos, da moda, música, gastronomia, artes, arquitetura, festas, jornalista, professor, literatura, de qualquer área. E você, tá esperando o que pra começar já?

Clica aqui pra conhecer o curso de amanhã no Recife e em abril, em João Pessoa e São Paulo. É só clicar na imagem e garantir sua vaga, corre!

 

 

 

 

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Aproveita e comenta aê, o que você tá esperando pra entrar no mundo maravilhoso dos makers?


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